Após um dia fora do ar, o serviço de mensagens WhatsApp voltou a funcionar por volta das 15h desta terça-feira (3). O aplicativo conseguiu uma autorização judicial para reverter a decisão do juiz Marcel Montalvão, que determinou a suspensão do app por 72 horas --contadas a partir das 14h de segunda-feira (2). Vivo, Oi, Claro, Tim e Nextel já confirmaram a retomada do sistema.
O desembargador Ricardo Múcio Santana de Abreu Lima, do Tribunal de Justiça de Sergipe, atendeu a um pedido de reconsideração apresentado pela empresa no início da tarde desta terça. Durante a madrugada, o desembargador que estava de plantão, Cezário Siqueira Neto, havia negado o recurso.
Em paralelo, o juiz federal Ali Mazloum da 7ª Vara Federal Criminal de São Paulo/SP requisitou à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) que determinasse junto com as operadoras o "imediato restabelecimento dos serviços do aplicativo WhatsApp" para a linha usada pela Vara. Como não é possível liberar para só uma linha, na prática, a ação exigia que a Anatel reestabelecesse todo o sistema. Entretanto, a medida não chegou a entrar em vigor porque a decisão de Sergipe foi atendida antes.
O WhatsApp afirmou que não tem intenção de comprometer a segurança das pessoas, em alusão à quebra de sigilo em conversas pedida pela Justiça brasileira. "Felizmente, WhatsApp agora está de volta online. Nos sentimos felizes pelo grande apoio de pessoas de todo o Brasil, e agradecemos a sua paciência enquanto o processo legal se desenrolava. Nós não temos nenhuma intenção de comprometer a segurança das pessoas e esperamos que aqueles afetados por esta decisão se juntem a nós em manifestarem as suas vozes em apoio de uma internet aberta e segura. A última coisa que queremos é ver WhatsApp bloqueado novamente", disse Jan Koum, co-fundador e CEO do WhatsApp.
Por que liberar?
A assessoria de imprensa do TJSE não apresentou as justificativas de Lima para a liberação do aplicativo porque o processo corre em segredo de Justiça, mas o WhatsApp afirmou em seu pedido que a ação de bloqueio era desproporcional. O relator do processo era inicialmente o desembargador Osório de Araújo Ramos Filho, mas, segundo o TJ-SE, havia um mandado de segurança anterior sobre outro detalhe do processo, do qual Múcio era o relator, então coube a ele a decisão.
Já para o desembargador que manteve o bloqueio, o aplicativo nunca se sensibilizou em enviar especialistas para discutir com o magistrado e com as autoridades policiais interessadas sobre a viabilidade ou não da execução da medida. "Preferiu a inércia, quiçá para causar o caos, e, com isso, pressionar o Judiciário a concordar com a sua vontade em não se submeter à legislação brasileira", alegou o magistrado que reconheceu os impactos da medida sobre milhões de usuários.
A suspensão do aplicativo de mensagens instantâneas foi determinada na segunda-feira (2) pelo juiz Marcel Montalvão, da Vara Criminal da comarca de Lagarto (SE). O bloqueio do app era válido para as operadoras Tim, Oi, Vivo, Claro e Nextel, e estava previsto para durar 72 horas (contados a partir das 14h da segunda).
Esta é a segunda vez que o aplicativo de mensagens fica fora do ar no Brasil, a primeira foi em dezembro de 2015.
Motivo do bloqueio
O juiz Marcel Montalvão, que determinou o bloqueio do WhatsApp, é o mesmo que no começo de março mandou prender o vice-presidente do Facebook na América Latina, o argentino Diego Jorge Dzodan.
O juiz atendeu a uma medida cautelar ingressada pela Polícia Federal, com parecer favorável do Ministério Público, já que o WhatsApp não cumpriu os pedidos da Justiça, mesmo após o pedido de prisão do representante do Facebook no Brasil.
A determinação judicial é de quebra do sigilo das mensagens do aplicativo para fins de investigação sobre crime organizado de tráfico de drogas, na cidade de Lagarto (SE). O juiz informou ainda, que a medida cautelar está baseada nos artigos 11, 12, 13 e 15, caput, parágrafo 4º, da Lei do Marco Civil da Internet, que determinam que uma empresa estrangeira responda pelo pagamento de multa por uma "filial, sucursal, escritório ou estabelecimento situado no país", bem como prestem "informações (...) referente à coleta, à guarda, ao armazenamento ou ao tratamento de dados (...)".
O Marco Civil exige que as operadoras guardem registros de acesso dos usuários (como que número falou com qual, em que dia, e em que lugar estava) por um período mínimo de seis meses e devem fornecê-los mediante ordem judicial. Prazo que pode se estender a depender da ordem judicial. O grampo, já popular em telefonia, também poderia ser pedido para que o WhatsApp comece a interceptar e gravar dados de conversas.
Em nota divulgada na segunda, o WhatsApp afirmou cooperar com os tribunais brasileiros e que não tem os dados de conversas pedidos pela Justiça.
Fonte: UOL
$JeffersonDiego->blog();
Notícias, Artigos e Tutoriais sobre PHP, Java, Mysql, jQuery, HTML e CSS
quarta-feira, 4 de maio de 2016
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Como dar boot no DVD no Lenovo B490
O Lenovo B490 é um notebook robusto de preço bastante acessível que é fabricado no Brasil – uma ótima solução para profissionais que se movimentam bastante. Ele vem com o Windows 8 instalado de fábrica, e para facilitar a vida do funcionário que vai utilizá-lo resolvi instalar o Windows 7. O problema é que a BIOS dele vem configurada para aceitar boot somente de discos UEFI – o que não é o caso do Windows 7.
Por tanto, se você tentar dar o boot no Drive de DVD, não acontecerá nada, porque o notebook não reconhecerá o tipo de boot do disco do Windows 7 (Legacy).
Sendo assim, reinicie o Notebook, acesse o painel de configurações da BIOS (apertando F1), vá na aba SECUTIRY, no item Secure Boot, e desative a opção Secure Boot (deixe-a em Disabled). Em seguida volte ao menu principal e vá na aba Startup, e no item UEFI/Legacy Boot, selecione a opção Both. Agora basta sair – salvando as alterações – e tentar dar boot no DVD apertando F12 e selecionando o drive de DVD.
Por tanto, se você tentar dar o boot no Drive de DVD, não acontecerá nada, porque o notebook não reconhecerá o tipo de boot do disco do Windows 7 (Legacy).
Sendo assim, reinicie o Notebook, acesse o painel de configurações da BIOS (apertando F1), vá na aba SECUTIRY, no item Secure Boot, e desative a opção Secure Boot (deixe-a em Disabled). Em seguida volte ao menu principal e vá na aba Startup, e no item UEFI/Legacy Boot, selecione a opção Both. Agora basta sair – salvando as alterações – e tentar dar boot no DVD apertando F12 e selecionando o drive de DVD.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
PHP e banco de dados com PDO
O que é o PDO?
PDO (PHP Data Objects) é um módulo de PHP montado sob o paradigma Orientado a Objetos e cujo objetivo é prover uma padronização da forma com que o PHP se comunica com um banco de dados relacional. Este módulo surgiu a partir da versão 5 de PHP. PDO, portanto, é uma interface que define um conjunto de classes e a assinatura dos métodos de comunicação com uma base de dados.Por que utilizar o PDO?
Antes da chegada do PDO, a linguagem PHP oferecia suporte à comunicação com diferentes modelos de SGBD através de módulos específicos. A maioria deles provia uma biblioteca de funções e utilizava um resource para representar a conexão e outro para representar um resultset (o resultado de uma consulta). As operações eram feitas sobre as variáveis de resource.Cada driver implementava suas operações conforme imaginavam ser mais adequados. Embora alguns deles tivessem um funcionamento semelhante, a ordem dos parâmetros nem sempre era a mesma e podia causar uma certa confusão entre programadores.
- Abstração de conexão e interação com banco de dados
- Segurança
- Suporte a diversos drivers
Como conectar a um banco MySQL usando PDO
Testando a conexão
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<?php
$banco = new PDO('mysql:host=localhost;dbname=nome_do_banco', 'username','password') or print (mysql_error());
?>
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Incluindo dados
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<?php
$banco = new PDO('mysql:host=localhost;dbname=nome_do_banco', 'username','password');
$novo_client = array('nome'=>'João','departamento'=>'TI','unidade'=>'São Paulo');
$banco->prepare('INSERT INTO clientes (nome,departamento,unidade) VALUES (:nome,:departamento,:unidade)')->execute($novo_cliente);
?>
|
Links e referências:
O que é Doctrine 2?
O Doctrine é um mapeador objeto-relacional (ORM) que provê um meio
transparente de persistir objetos PHP em bases de dados relacionais. A
implementação de Doctrine está construída sobre uma camada de abstração
de banco de dados.
Vamos entender um pouco mais?
O
projeto Doctrine é um conjunto de bibliotecas PHP focada principalmente
no fornecimento de persistência de serviços e funcionalidades
relacionadas.
Uma característica do Doctrine é o baixo nível de configuração que é necessário para começar um projeto. O Doctrine pode gerar classes de objetos a partir de um banco de dados existente, e o desenvolvedor pode então especificar as relações e adicionar funcionalidade personalizada para as classes geradas. Não há necessidade de gerar ou manter complexas XML de banco de dados, como pode ser visto em muitos outros frameworks.

Outra característica fundamental do Doctrine é a capacidade de, opcionalmente, escrever consultas em um banco de dados OO (orientada a objetos ) dialeto SQL chamado DQL (Doctrine Query Language) inspirado do Hibernate HQL . Como alternativa, a classe QueryBuilder (Doctrine_Query no 1.x Doctrine) permite construir consultas através de uma interface fluente . Essas interfaces fornecem aos desenvolvedores alternativas poderosas para o SQL manter a flexibilidade e ainda permitir a troca de dados back-ends, sem necessidade de qualquer duplicação de código.
Outras características interessantes do Doctrine são:
Vamos entender um pouco mais?
Primeiramente, o que é um ORM?
ORM (Object-relational mapping) é uma camada intermediária entre um banco de dados relacional e objetos. De um lado, temos as tabelas e seus relacionamentos, de outro os objetos de uma linguagem OO.O que um ORM faz?
- Mapeia dados do DB para Objetos
- Mapeia relacionamentos
- Lida com conversão de tipos
Quais problemas ele resolve?
- Agiliza o desenvolvimento
- Diminui a quantidade de código
- Ajuda a user os poder dos objetos
- Faz parte de um bom design de software
Doctrine
Uma característica do Doctrine é o baixo nível de configuração que é necessário para começar um projeto. O Doctrine pode gerar classes de objetos a partir de um banco de dados existente, e o desenvolvedor pode então especificar as relações e adicionar funcionalidade personalizada para as classes geradas. Não há necessidade de gerar ou manter complexas XML de banco de dados, como pode ser visto em muitos outros frameworks.
Outra característica fundamental do Doctrine é a capacidade de, opcionalmente, escrever consultas em um banco de dados OO (orientada a objetos ) dialeto SQL chamado DQL (Doctrine Query Language) inspirado do Hibernate HQL . Como alternativa, a classe QueryBuilder (Doctrine_Query no 1.x Doctrine) permite construir consultas através de uma interface fluente . Essas interfaces fornecem aos desenvolvedores alternativas poderosas para o SQL manter a flexibilidade e ainda permitir a troca de dados back-ends, sem necessidade de qualquer duplicação de código.
Outras características interessantes do Doctrine são:
- Suporte para ganchos (métodos que podem validar ou modificar a entrada e saída de dados) e ouvintes de eventos para estruturar a lógica de negócios relacionados;
- Um framework de cache, fazendo uso de vários backends, como memcached , SQLite ou APC ;
- Migrações de banco de dados;
- Uma função de “compilação”. Combinar vários arquivos PHP do framework em um, para evitar o impacto no desempenho normalmente incorridos, incluindo os muitos arquivos PHP de um framework;
- E muitas outras.
Links e referências
Testo extraído de http://www.schoolofnet.com/sábado, 30 de novembro de 2013
Modelagem e projeto de banco de dados com o DBDesigner
DBDesigner
DBDesigner é uma ferramenta para projeto de banco de dados que integra a modelagem, projeto, implementação e manutenção em um mesmo ambiente. Desenvolvida pela empresa Fabulous Force Database Tools, atualmente encontra-se na versão 4 e está disponível para download em www.fabforce.net para plataformas Window e Linux (disponibilizada sob a licença GLP).
DBDesigner é direcionada para o desenvolvimento de banco de dados com o SGBD MySQL, portanto, para utilizarmos todas as funcionalidades desta ferramenta, faz-se necessário a instalação prévia do MySQL. Assumiremos aqui que o MySQL já está instalado e ativo em seu computador. Maiores informações sobre o MySQL podem ser encontradas em www.mysql.com.
Ao utilizar a ferramenta DBDesigner, você sempre trabalha com um modelo. Um modelo é uma visualização de uma meta-informação armazenada em uma base de dados (tabelas, relações, índices, etc). Dessa forma é possível definir e armazenar dados em tabelas diretamente no modelo.
Você pode criar e manter muitos modelos conforme a sua necessidade, contendo um número ilimitado de objetos. Quando se fala em objetos estamos nos referindo a tabelas, colunas, índices, relações entre tabelas e anotações, dentre outros.
Projetando o banco de dados
O projeto de um novo banco de dados dá-se em duas fases:
DBDesigner é uma ferramenta para projeto de banco de dados que integra a modelagem, projeto, implementação e manutenção em um mesmo ambiente. Desenvolvida pela empresa Fabulous Force Database Tools, atualmente encontra-se na versão 4 e está disponível para download em www.fabforce.net para plataformas Window e Linux (disponibilizada sob a licença GLP).
DBDesigner é direcionada para o desenvolvimento de banco de dados com o SGBD MySQL, portanto, para utilizarmos todas as funcionalidades desta ferramenta, faz-se necessário a instalação prévia do MySQL. Assumiremos aqui que o MySQL já está instalado e ativo em seu computador. Maiores informações sobre o MySQL podem ser encontradas em www.mysql.com.
Ao utilizar a ferramenta DBDesigner, você sempre trabalha com um modelo. Um modelo é uma visualização de uma meta-informação armazenada em uma base de dados (tabelas, relações, índices, etc). Dessa forma é possível definir e armazenar dados em tabelas diretamente no modelo.
Você pode criar e manter muitos modelos conforme a sua necessidade, contendo um número ilimitado de objetos. Quando se fala em objetos estamos nos referindo a tabelas, colunas, índices, relações entre tabelas e anotações, dentre outros.
Projetando o banco de dados
O projeto de um novo banco de dados dá-se em duas fases:
Modelagem conceitual. Nesta fase, é construído um modelo conceitual na forma de um diagrama entidade-relacionamento (DER). Este modelo captura as necessidades da organização em termos de armazenamento de dados de forma independente de implementação.
Projeto lógico. Esta etapa objetiva transformar o modelo conceitual obtido na primeira fase em um modelo lógico. O modelo lógico define como o banco de dados será implementado em um SGBD específico.
Vamos implementar a partir de agora o modelo conceitual de banco de dados da Figura 1 para descrever algumas funcionalidades da ferramenta. O exemplo se baseará no modelo conceitual de uma Locadora de Filmes (retirado do livro do Prof. Dr. Carlos Alberto Heuser, intitulado Projeto de Banco de Dados).
Figura 1. Modelo conceitual de uma locadora.
Começando com o DBDesigner
A interface da ferramenta DBDesigner adota o layout padrão de softwares atualmente utilizados, tornando sua utilização muito fácil e intuitiva. Como pode ser visualizado na Figura 2, existem quatro principais áreas de trabalho:
Figura 2. Interface gráfica da ferramenta DBDesigner.
Modelando tabelas e relacionamentos
Tabelas são os componentes centrais no projeto de banco de dados relacionais. Relações conectam diferentes tabelas, cada qual com a sua forma: um-para-um, um-para-muitos, muitos-para-muitos e especializações/generalizações, dentre outras.
Para criar tabelas, selecione o botão Nova Tabela (New Table) e clique na área de desenho. Feito isto, uma nova tabela é inserida e é dado para ela o nome padrão de Table_ seguido do número de ocorrência do objeto.
Dando-se um duplo clique sobre a tabela criada, será apresentada a janela da Figura 3 onde podemos definir, entre outras coisas, o nome da tabela, tipo da tabela, e sobretudo os campos que a compõem.
Definindo os campos da tabela
Para definirmos os campos, basta apenas selecionar Colunm Name (Nome da Coluna) e digitarmos o nome do campo. Em seguida, escolher seu tipo (DataType), definir se o campo será obrigatório ou opcional (NN), auto incrementado (Al), dentre outros.
Figura 3. Janela de edição de tabelas.
Depois de definirmos todas as tabelas conforme nosso modelo conceitual (Figura 1), teremos o resultado apresentado na Figura 4.
Figura 4. Resultado da implementação do modelo conceitual utilizando DBDesigner.
Definindo os relacionamentos
Seguindo nosso exemplo, vamos estabelecer o relacionamento entre as tabelas FITA e CLIENTE. Essa relação foi definida como sendo do tipo um-para-muitos (1,N), ou seja, um CLIENTE pode tomar emprestado muitas fitas e uma fita é emprestada a, obrigatoriamente, um e somente um cliente em um dado momento. Para definir as relações entre as tabelas, selecione o botão apropriado na barra de ferramentas (New 1:n Relation) e clique na tabela CLIENTES, e em seguida na tabela FITA. Note que existem duas opções para definirmos relacionamentos 1:N e 1:1: identificado ou não-identificado. A diferença entre elas é que na opção identificado, a chave estrangeira criada na tabela apropriada será definida, também, como chave primaria. Já na opção não-identificada, a chave estrangeira não será definida como chave primária. Essa definição caberá ao projetista do banco. Veja o resultado destas ações na Figura 5.
Figura 5. Definindo relacionamentos.
Observe que a cardinalidade N é substituída pelo símbolo * (asterisco) (ler Nota 1) junto à tabela CLIENTE e, além disso, é adicionada a chave estrangeira (FK) à tabela FITA referente à tabela CLIENTE. Dessa forma, todo o processo de definição de chaves estrangeiras é automatizado de forma muito simples.
Dando um duplo clique sobre a relação, podemos verificar suas propriedades, conforme mostra a Figura 6.
Figura 6. Janela de edição do relacionamento.
Nota 1. Configurando a notação utilizada.
Podemos escolher entre várias notações na ferramenta DBDesigner. Para isso, vá ao menu Display | Notation e escolha a notação desejada. Escolhendo, por exemplo, a notação Crows Foot (notação de James Martin sob a ótica de engenharia de informação, também conhecida como “pé-de-galinha”), todo o modelo será redefino. Veja o resultado dessa escolha na Figura 7. Observe que a cardinalidade N foi substituída pelo símbolo apropriado que ficou junto à tabela FITA.
Figura 7. Notação.
Depois de definirmos todos os relacionamentos, teremos o modelo apresentado na Figura 8.
Figura 8. Resultado da modelagem.
Perceba que quando temos um relacionamento de muitos-para-muitos (N:M), a ferramenta cria automaticamente uma tabela para implementar esse tipo de relação. Esse caso pode ser verificado na relação da tabela FILME com a tabela ATOR.
Leia mais em: devmedia
Projeto lógico. Esta etapa objetiva transformar o modelo conceitual obtido na primeira fase em um modelo lógico. O modelo lógico define como o banco de dados será implementado em um SGBD específico.
Vamos implementar a partir de agora o modelo conceitual de banco de dados da Figura 1 para descrever algumas funcionalidades da ferramenta. O exemplo se baseará no modelo conceitual de uma Locadora de Filmes (retirado do livro do Prof. Dr. Carlos Alberto Heuser, intitulado Projeto de Banco de Dados).
Figura 1. Modelo conceitual de uma locadora.
Começando com o DBDesigner
A interface da ferramenta DBDesigner adota o layout padrão de softwares atualmente utilizados, tornando sua utilização muito fácil e intuitiva. Como pode ser visualizado na Figura 2, existem quatro principais áreas de trabalho:
- a paleta de ferramentas (Palete Tools): contendo as principais funcionalidades da ferramenta;
- a paleta de navegação (Palete Navigation & Info): que permite a visualização, zoom e navegação de uma determinada região do modelo;
- a paleta de tipos de dados (Palete Datatypes): que permite a visualização e definição de vários tipos de dados especificados para os campos das tabelas;
- a paleta do modelo (Palete Model): que permite a visualização e definição de todos os objetos do modelo (tabelas, índices, relações, etc).
Figura 2. Interface gráfica da ferramenta DBDesigner.
Modelando tabelas e relacionamentos
Tabelas são os componentes centrais no projeto de banco de dados relacionais. Relações conectam diferentes tabelas, cada qual com a sua forma: um-para-um, um-para-muitos, muitos-para-muitos e especializações/generalizações, dentre outras.
Para criar tabelas, selecione o botão Nova Tabela (New Table) e clique na área de desenho. Feito isto, uma nova tabela é inserida e é dado para ela o nome padrão de Table_ seguido do número de ocorrência do objeto.
Dando-se um duplo clique sobre a tabela criada, será apresentada a janela da Figura 3 onde podemos definir, entre outras coisas, o nome da tabela, tipo da tabela, e sobretudo os campos que a compõem.
Definindo os campos da tabela
Para definirmos os campos, basta apenas selecionar Colunm Name (Nome da Coluna) e digitarmos o nome do campo. Em seguida, escolher seu tipo (DataType), definir se o campo será obrigatório ou opcional (NN), auto incrementado (Al), dentre outros.
Figura 3. Janela de edição de tabelas.
Depois de definirmos todas as tabelas conforme nosso modelo conceitual (Figura 1), teremos o resultado apresentado na Figura 4.
Figura 4. Resultado da implementação do modelo conceitual utilizando DBDesigner.
Definindo os relacionamentos
Seguindo nosso exemplo, vamos estabelecer o relacionamento entre as tabelas FITA e CLIENTE. Essa relação foi definida como sendo do tipo um-para-muitos (1,N), ou seja, um CLIENTE pode tomar emprestado muitas fitas e uma fita é emprestada a, obrigatoriamente, um e somente um cliente em um dado momento. Para definir as relações entre as tabelas, selecione o botão apropriado na barra de ferramentas (New 1:n Relation) e clique na tabela CLIENTES, e em seguida na tabela FITA. Note que existem duas opções para definirmos relacionamentos 1:N e 1:1: identificado ou não-identificado. A diferença entre elas é que na opção identificado, a chave estrangeira criada na tabela apropriada será definida, também, como chave primaria. Já na opção não-identificada, a chave estrangeira não será definida como chave primária. Essa definição caberá ao projetista do banco. Veja o resultado destas ações na Figura 5.
Figura 5. Definindo relacionamentos.
Observe que a cardinalidade N é substituída pelo símbolo * (asterisco) (ler Nota 1) junto à tabela CLIENTE e, além disso, é adicionada a chave estrangeira (FK) à tabela FITA referente à tabela CLIENTE. Dessa forma, todo o processo de definição de chaves estrangeiras é automatizado de forma muito simples.
Dando um duplo clique sobre a relação, podemos verificar suas propriedades, conforme mostra a Figura 6.
Figura 6. Janela de edição do relacionamento.
Nota 1. Configurando a notação utilizada.
Podemos escolher entre várias notações na ferramenta DBDesigner. Para isso, vá ao menu Display | Notation e escolha a notação desejada. Escolhendo, por exemplo, a notação Crows Foot (notação de James Martin sob a ótica de engenharia de informação, também conhecida como “pé-de-galinha”), todo o modelo será redefino. Veja o resultado dessa escolha na Figura 7. Observe que a cardinalidade N foi substituída pelo símbolo apropriado que ficou junto à tabela FITA.
Depois de definirmos todos os relacionamentos, teremos o modelo apresentado na Figura 8.
Figura 8. Resultado da modelagem.
Perceba que quando temos um relacionamento de muitos-para-muitos (N:M), a ferramenta cria automaticamente uma tabela para implementar esse tipo de relação. Esse caso pode ser verificado na relação da tabela FILME com a tabela ATOR.
Leia mais em: devmedia
Tutorial básico - Banco de dados Mysql
O programa de instalação é facilmente encontrado neste link:
* A opção INT em COD é para determinar que o campo será em números inteiros.
* A opção Varchar em Nome é para determinar que o campo será composto por caracteres.
* A linha Primary Key é para determinar que o campo COD será a chave primária da tabela.
5. Para cadastrar as pessoas na tabela terá que digitar:
Insert into cad1 values (1,’danilo’,’2341-1010’);
Cada cadastro terá que ter seus campos separados por vírgula e somente a chave primária será sem aspas, como visto acima.
6. Para visualizar os cadastros você deve digitar:
Select * from cad1;
Basta seguir os passos direitinho e não esquecer de colocar o ";"
http://www.mysql.com/downloads/mysql/
PASSO A PASSO – INSTALAÇÃO:
Após a instalação normal do programa, abre uma tela para a configuração. A partir daí, siga os passos abaixo:
1. Escolha a opção de configuração detalhada.
PASSO A PASSO – INSTALAÇÃO:
Após a instalação normal do programa, abre uma tela para a configuração. A partir daí, siga os passos abaixo:
1. Escolha a opção de configuração detalhada.
2. Selecione Developer Machine.
3. Selecione Banco de Dados Multifuncional
4. Selecione o disco local C: e selecione DATA
(certifique-se que o disco local C: não esteja protegido contra gravação)
5. Selecione a opção OLAP para determinar o número de conexões.
6. Habilite a porta 3309 e a conexão TCP.
7. Selecione o padrão de linguagem (Standart)
8. Habilite as 2 opções de instalação dos serviços.
9. Coloque a senha de administração.
10. Espere a finalização da instalação.
Após terminar a instalação, acesse o painel de controle.
Menu Iniciar -> Programas -> MySql -> MySql Command Line
3. Selecione Banco de Dados Multifuncional
4. Selecione o disco local C: e selecione DATA
(certifique-se que o disco local C: não esteja protegido contra gravação)
5. Selecione a opção OLAP para determinar o número de conexões.
6. Habilite a porta 3309 e a conexão TCP.
7. Selecione o padrão de linguagem (Standart)
8. Habilite as 2 opções de instalação dos serviços.
9. Coloque a senha de administração.
10. Espere a finalização da instalação.
Após terminar a instalação, acesse o painel de controle.
Menu Iniciar -> Programas -> MySql -> MySql Command Line
(Coloque sua senha cadastrada)
PASSOS PARA A CRIAÇÃO DE UM BANCO DE DADOS SIMPLES:
Todo banco de dados necessita de uma tabela, que é o local onde armazenamos as informações cadastradas.
1.Para criar uma tabela, digite:
create database amigos;
NÃO SE ESQUEÇA DO ; (PONTO E VÍRGULA)
2. Vamos visualizar quais as tabelas existentes, digite:
show databases;
3. Para cadastrar algo em sua tabela, temos que selecionar a tabela desejada. Para isso digite:
use amigos;
4. Vamos criar uma tabela com os seguinte campos:
CÓDIGO, NOME e TELEFONE.
Digite a seguinte sequência:
create table cad1 (
cod int(5) not null,
nome varchar(4) not null,
telefone varchar(40),
primary key(cod) );
PASSOS PARA A CRIAÇÃO DE UM BANCO DE DADOS SIMPLES:
Todo banco de dados necessita de uma tabela, que é o local onde armazenamos as informações cadastradas.
1.Para criar uma tabela, digite:
create database amigos;
NÃO SE ESQUEÇA DO ; (PONTO E VÍRGULA)
2. Vamos visualizar quais as tabelas existentes, digite:
show databases;
3. Para cadastrar algo em sua tabela, temos que selecionar a tabela desejada. Para isso digite:
use amigos;
4. Vamos criar uma tabela com os seguinte campos:
CÓDIGO, NOME e TELEFONE.
Digite a seguinte sequência:
create table cad1 (
cod int(5) not null,
nome varchar(4) not null,
telefone varchar(40),
primary key(cod) );
* A opção INT em COD é para determinar que o campo será em números inteiros.
* A opção Varchar em Nome é para determinar que o campo será composto por caracteres.
* A linha Primary Key é para determinar que o campo COD será a chave primária da tabela.
5. Para cadastrar as pessoas na tabela terá que digitar:
Insert into cad1 values (1,’danilo’,’2341-1010’);
Cada cadastro terá que ter seus campos separados por vírgula e somente a chave primária será sem aspas, como visto acima.
6. Para visualizar os cadastros você deve digitar:
Select * from cad1;
Basta seguir os passos direitinho e não esquecer de colocar o ";"
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Exemplo de conexão com banco de dados Mysql utilizando o PHP
<?php
header("Content-Type: text/html; charset=ISO-8859-1",true) ;
$host = "127.0.0.1";
$usuario = "root";
$senha = "123456";
$db = "pontoeletronico";
mysql_connect($host, $usuario, $senha);
mysql_select_db($db);
$sql = "select codigo, nome from funcionario order by nome";
$qr = mysql_query($sql);
?>
<html >
<head>
<title>Exemplo de Conexão PHP ao Banco de dados Mysql</title>
</head>
<body>
<form name="form" id="form" method="POST" action="retorno.php">
<strong>USUÁRIO:</strong><br />
<select name="usuario" id="jumpMenu">
<?php
while($row = mysql_fetch_array($qr)) {
echo "<option name='codigo' value='".$row['codigo']."'>".$row['nome']."</option>"; }
?>
</select><br />
<input type="Submit" name="Submit" id= "go_button" value="Gravar" />
</form>
</body>
</html>
header("Content-Type: text/html; charset=ISO-8859-1",true) ;
$host = "127.0.0.1";
$usuario = "root";
$senha = "123456";
$db = "pontoeletronico";
mysql_connect($host, $usuario, $senha);
mysql_select_db($db);
$sql = "select codigo, nome from funcionario order by nome";
$qr = mysql_query($sql);
?>
<html >
<head>
<title>Exemplo de Conexão PHP ao Banco de dados Mysql</title>
</head>
<body>
<form name="form" id="form" method="POST" action="retorno.php">
<strong>USUÁRIO:</strong><br />
<select name="usuario" id="jumpMenu">
<?php
while($row = mysql_fetch_array($qr)) {
echo "<option name='codigo' value='".$row['codigo']."'>".$row['nome']."</option>"; }
?>
</select><br />
<input type="Submit" name="Submit" id= "go_button" value="Gravar" />
</form>
</body>
</html>
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